Grupo combate câncer
O Movimento Amanda, grupo de apoio a portadores de câncer e leucemia, comemora nesta sexta-feira,dia dez, o seu primeiro aniversário. Em reunião recente, que acontece mensalmente, parte das integrantes do movimento discutiu a programação da próxima doação de sangue, que acontecerá em Botucatu(SP).
Nesse primeiro ano o grupo cumpriu e exerceu o propósito inicial, com três campanhas de doações de sangue e cadastramento no REDOME(Registro Brasileiro de Doadores de Medula Óssea) entre as integrantes.
A primeira doação foi no Hemocentro de Cornélio Procópio em 15 de junho do ano passado, Dia do Doador. Um mês depois foram para Londrina e em 25 de novembro um grupo de 27 pessoas seguiu para o Hospital Erasto Gaertner em Curitiba, onde Amanda recebeu tratamento por um ano. As viagens foram custeadas pela prefeitura, sendo a última em parceria com o SENAR como prêmio pelo desenvolvimento do trabalho.
O grupo também promoveu palestras sobre a importância da doação de sangue a alunos do Colégio Carolina Lupion..
“Em 2011, já recebemos a adesão de muitos voluntários para nossas campanhas e só temos a agradecer e fazer o convite àqueles que desejam ajudar ao próximo fazendo a doação”, diz Nelly.“Estou lutando por uma coisa que minha filha gostaria de ter feito”, lembra.
Histórico do Movimento
Há um ano, 24 mulheres se encontraram em um curso realizado pelo SENAR-PR (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural) e Sindicato Rural de Carlópolis, denominado “Mulher Atual”, ministrado por Adriane Castanho de Lima. O curso propunha um projeto de trabalho social. Foi ai que a professora aposentada, Nelly Regina Paschoal Chagas expôs sua vontade de ajudar pacientes com câncer, o grupo aprovou a ideia e foi criado o “Movimento Amanda - grupo de apoio a portadores de câncer e leucemia”. A entidade leva o nome da filha de Nelly, que morreu em 2005, aos 19 anos vítima de um câncer na mandíbula.
Algumas das integrantes do movimento se conheceram durante o curso, “mas isso não impediu que se criassem laços fortes e se unissem para criar o movimento”, conta.
O curso acabou, mas o grupo continuou com os trabalhos, com uma campanha de divulgação na cidade sobre a importância da doação. Houve distribuição de folders e faixas foram penduradas nas praças da cidade, chamando a atenção da população.
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