O caso mais grave é o de uma loja localizada no centro financeiro de Cambará, que ao utilizar-se da calçada, desobedece a todos os critérios legais e morais ao praticar o abuso. Sem qualquer pudor, usa do espaço público para expor seus artigos, dificultando a passagem dos usuários da via. Mais do que enfear o local, pois é evidente que aquele monte de colchões amontoados na porta da loja entre outros objetos, o abuso chega ao ponto de obstruir a passagem, principalmente de pessoas com deficiência física e aos mais velhos.
Um leitor entrou em contato com nossa reportagem e relatou que sua irmã, portadora de deficiência física, teve dificuldade de ir até uma agência bancária vizinha da loja, pois o espaço deixado pelas mercadorias era menor que sua cadeira de rodas. “Ah, isso é um absurdo, é um desrespeito” contou indignado “isso fere a moral do cidadão e mostra que Cambará é uma cidade da farra das ilegalidades” acrescentou.
Em outros pontos da cidade também acontece esse fenômeno. Na Rua Genaro Rezende, principal do comércio cambaraense, lojas de eletrodomésticos praticam a mesma ação. Em uma delas, o responsável disse que não vê nada de irregular. Disse ainda que não há uma lei que proíba tal ato e alegou que sempre deixam um espaço generoso na calçada para não afetar os transeuntes.
Alguns bares no centro da cidade também utilizam as calçadas como extensão do próprio negócio.
Existem ainda aquelas lojas que colocam até limitador de estacionamento.
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