Em Santo Antônio da Platina, o aterro sanitário localizado às margens da PR-439(fotos) funciona de acordo com a lei, segundo garante o chefe de gabinete, Joel Rauber, inclusive com a instalação da geomembrana, uma espécie de manta que impermeabiliza o solo e evita a contaminação pelo chorume.
Foi o próprio Rauber, quando prefeito de Jundiaí do Sul em 2007, quem iniciou a idealização do consórcio unindo aquele município com Guapirama,Conselheiro Mairinck, Quatiguá e Joaquim Távora. Nesta quarta-feira,dia 13, técnicos da Amunorpi(Associação dos Municípios do Norte Pioneiro)estiveram no aterro, em Joaquim Távora e previram que o funcionamento integral deve começar dentro de dois meses e meio.
De acordo com a secretária-executiva da entidade, Tânia Dib, outros dois aterros coletivos foram instalados por meio de consórcios na região. Um, em Japira, operando desde 2006, em parceria com Pinhalão, Tomazina e Jaboti e outro em Curiúva,em conjunto com Sapopema e Figueira.
A vala do Aterro Sanitário de Cambará já está recebendo a Geomembrana, que é um dos tipos mais comuns de geossintéticos, uma manta de liga plástica, elástica e flexível. É fabricada com polietileno de alta densidade, denominada de PEAD, ou policloreto de vinila – PVC, revestimento impermeabilizante, utilizado em lagos artificiais de decantação. Em aterros sanitários, preserva o meio ambiente, evita contaminação do solo, lençóis freáticos e afluentes próximos. Evita ainda, a exalação do odor, e propicia a captação de gás para uso energético.
Os lixões a céu aberto terão que desaparecer em todo o país no máximo até 2014, segundo o Plano Nacional de Resíduos Sólidos, aprovado no final do ano passado pelo governo federal.
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