O delegado Fátimo Siqueira informou que os Laudos Papiloscópicos realizados pela perícia foram
inconclusivos, não permitindo revelar quem tocou na chapinha e no
secador de cabelos encontrados na casa da professora Aline Margarida
Messias,assassinada no dia sete de novembro em sua casa, no povoado da Platina, em Santo Antônio da Platina.A vítima morreu por asfixia pelos fios do secador.
Os resultados chegaram na sexta-feira, dia primeiro, vindos de Curitiba, da Polícia Científica.
O
caso se tornou um mistério e vem sendo acompanhado com interesse e
curiosidade pela população do Norte Pioneiro, indicando motivação
passional.Alguém chegou a machucar o ânus da vítima com um objeto
contundente evidenciando ódio.
Nada foi roubado.O corpo
foi encontrado pelo filho de cinco anos na residência dos dois.A jovem
de 26 anos havia se separado do marido há três semanas,porém restou
comprovado que ela mantinha relações íntimas com outros homens,
inclusive pagas.
O delegado comentou também que familiares
solicitaram a ele para evitar informações à Imprensa, mas Siqueira
respondeu que não pode evitar os profissionais de darem detalhes de um
caso de domínio público.
Na manhã do assassinato, duas
profissionais da perícia técnica estiveram no local colhendo informações
e procurando impressões e pistas.
Aline era
adotada por família do bairro rural Pedra Branca e foi encontrada de
lingerie com marcas de violência(o rosto tinha hematomas) na cozinha da
casa, após ter sido arrastada.O filho da vítima,de cinco anos, foi o
primeiro a encontrar o corpo da mãe e gritou por socorro aos vizinhos,
que acionaram a PM e , na sequência, a polícia civil.
Aline
dava aulas na Escola Silvestre Marques, no bairro Aeroporto em
Jacarezinho, pela manhã e à tarde numa escola de educação infantil no
centro platinense.
Nesta segunda-feira,dia quatro, dr.Fátimo
deve prosseguir as investigações.Ele adiantou ter uma pessoa suspeita,
mas não pediu a prisão preventiva por ainda não ter provas irrefutáveis.
npdiario
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