O Instituto Ambiental do Paraná fez vistoria nos tanques do posto suspeito e não encontrou nenhum vazamento.
Uma empresa terceirizada, a Martins(de Ponta Grossa) fez os consertos nesta sexta na rua Rio Branco, a via mais atingida.
O chefe de gabinete da prefeitura, Joel Rauber, determinou que engenheiros e técnicos do executivo fizessem uma avaliação e calcularam prejuízos de R$ 150 mil em meio-fio, calçamento e asfalto em 300 metros de ruas. Falta avaliar os danos financeiros nas galeriais pluviais. A parte de esgoto é com a Sanepar, que ainda não calculou os danos.
Segundo os técnicos, as explosões foram decorrentes possivelmente de gasolina que atingiu a rede pluvial. A explosão, que levantou chamas pelos bueiros, causou o rompimento de uma tubulação de água. Segundo informações da Sanepar, cerca de 250 domicílios ficaram sem abastecimento de água, mas à tarde a situação foi normalizada.
Não existe perigo de novas explosões, garantiu o sargento Souza, do corpo de bombeiros.
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