O secretário municipal de Meio Ambiente Maurílio Pereira Coutinho
disse que o assunto é prioridade desde o inicio da gestão em 2009 e que a
prefeitura e a secretaria de Meio Ambiente corre contra o tempo para
adequar o local nas normas do Instituto Ambiental do Paraná – IAP até
agosto de 2012.
“No inicio da gestão contratamos uma empresa especializada em
Assessoria Ambiental eles fizeram um levantamento e nos mostraram qual
caminho a seguir para adequar o aterro sanitário, como fazer o
saneamento e abrir novas valas nos padrões exigidos pelas normas
ambientais e a criação de uma estrutura de triagem de lixo”, disse.
O projeto feito por um engenheiro responsável foi enviado para o
Instituto Ambiental do Paraná – IAP, e devolvido duas vezes para
ajustes.
“O IAP tem sido muito crítico com em relação as normas e não deixa
escapar nada. O município teve dificuldades para atender aos pedidos, já
que não tinha orçamento disponível. Os novos laudos geográficos vem de
São Paulo, e serão entregues ao IAP nos próximos dias”.
O secretário explicou também que o recurso de R$ 95 mil que é um
convenio entre a prefeitura e a CETI foi usado para a aquisição de
equipamentos, móveis e montagem da Associação de Catadores, conhecidos
como profissionais da reciclagem. Outro passo importante, será o
treinamento dos professores e uma equipe fará a conscientização de casa
em casa, explicando para a população a importância da separação do lixo.
“O processo está em fase final para a apresentação ao IAP e o
prefeito Athayde Ferreira dos Santos Junior, Taidinho (PCdB), pediu para
que o processo se acelere ao máximo já que é uma prioridade para o
município”.
Wenceslau Braz tem até agosto de 2012 para colocar tudo em ordem. A
nova vala já foi construída há mais de um ano e ainda não foi utilizada.
“Já estivemos muito próximos de finalizar a construção, mas sempre
tem alguma alteração exigida pelo IAP. O município, entretanto, foi
multado três vezes, em 2000 e 2005 por irregularidades no local onde
eram depositados o lixo, por isso estamos fazendo tudo dentro da lei, já
que o valor das multas é altíssimo”.
O secretário explicou que, depois de tudo pronto, o processo que
começa no aterro sanitário, passa pela triagem de lixo e chega até a
população. Com a separação do lixo, o município pode arrecadar por mês
aproximadamente R$ 20 mil, se separar 80% do lixo gerado pela população.
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