Faltando um mês para a Páscoa, chocólatras de plantão se preparem: a
produção dos ovos específicos desta época do ano já está em ritmo
acelerado e as primeiras unidades da iguaria já começam a ser
comercializadas.
O comércio da Páscoa, sem dúvida, é um dos mais tradicionais no calendário do brasileiro, sendo comparado ao Natal e ao Dia das Mães. A diferença, porém, fica na questão do produto a ser vendido. Enquanto nas outras datas são presentes em geral, a Páscoa praticamente se restringe ao comércio de chocolates.
Até porque, ovos de Páscoa praticamente não são fabricados e vendidos em outras épocas do ano. Por isso, essa “necessidade” imposta por ganhar esses chocolates. Experimente você, homem, a não comprar um ovo de Páscoa para sua namorada. No mínimo você enfrentará expressões de desprezo. E ai de um pai caso não leve ovos de chocolate para os filhos.
Qual o resultado disso? Uma fonte quase inesgotável de consumo de ovos de Páscoa. Sorte de quem os fabrica, sejam as grandes companhias, sejam as pessoas que se dedicam nessa época do ano a produzir ovos de páscoa e encontram um forte auxílio na renda.
Caso esse da comerciante Kelly Cristine de Siqueira Stadler, de Wenceslau Braz, que há 25 anos está no ramo da produção destes chocolates – já que outra peculiaridade que a Páscoa tem é de pessoas que atuam especificamente nesta época do ano fazendo esses ovos em paralelo às suas profissões.
“Uma vez vi uma amiga da minha mãe fazendo ovos de páscoa de fiquei encantada. A partir de então comecei a fazer cursos e até hoje estou aqui”, relembra. “Sou apaixonada por fazer ovos de Páscoa, e para fazer tem que gostar mesmo, senão não vai pra frente”.
Kelly deu início à fabricação dos ovos há cerca de três semanas e conta com a ajuda de oito pessoas para produzir cerca de uma tonelada da iguaria. “Começamos uma semana antes do carnaval, já temos muitas encomendas e a venda também já tem um bom movimento”, explica.
Essa antiga tradição da fabricação caseira de ovos de Páscoa tem que superar um desafio: superar as vendas das grandes indústrias de chocolate. Para isso, Kelly conta que o segredo para manter a freguesia fiel é estar sempre diversificando. “Fazemos ovos de todas as formas, recheios, tamanhos, sabores, enfim, temos uma grande variedade para atender todos os gostos”, conta. “Também fazemos ovos personalizados e montamos cestas de acordo com o gosto dos clientes”, completa.
Mas para Kelly, o diferencial mesmo está no sabor dos ovos. “Esses produzidos fora das grandes indústrias têm um sabor diferente, não sei explicar, mas talvez por serem produzidos mais próximos da Páscoa, acabam tendo uma coisa a mais”.
Ao que parece boa parte dos consumidores dessa época concordam com Kelly, já que o “mercado paralelo” de ovos de páscoa resiste bravamente e parece não ter medo das grandes indústrias fabricantes do derivado do cacau. E se, sem sombra de dúvida, existe um mercado que não parece ser finito, é o mercado do chocolate.
O comércio da Páscoa, sem dúvida, é um dos mais tradicionais no calendário do brasileiro, sendo comparado ao Natal e ao Dia das Mães. A diferença, porém, fica na questão do produto a ser vendido. Enquanto nas outras datas são presentes em geral, a Páscoa praticamente se restringe ao comércio de chocolates.
Até porque, ovos de Páscoa praticamente não são fabricados e vendidos em outras épocas do ano. Por isso, essa “necessidade” imposta por ganhar esses chocolates. Experimente você, homem, a não comprar um ovo de Páscoa para sua namorada. No mínimo você enfrentará expressões de desprezo. E ai de um pai caso não leve ovos de chocolate para os filhos.
Qual o resultado disso? Uma fonte quase inesgotável de consumo de ovos de Páscoa. Sorte de quem os fabrica, sejam as grandes companhias, sejam as pessoas que se dedicam nessa época do ano a produzir ovos de páscoa e encontram um forte auxílio na renda.
Caso esse da comerciante Kelly Cristine de Siqueira Stadler, de Wenceslau Braz, que há 25 anos está no ramo da produção destes chocolates – já que outra peculiaridade que a Páscoa tem é de pessoas que atuam especificamente nesta época do ano fazendo esses ovos em paralelo às suas profissões.
“Uma vez vi uma amiga da minha mãe fazendo ovos de páscoa de fiquei encantada. A partir de então comecei a fazer cursos e até hoje estou aqui”, relembra. “Sou apaixonada por fazer ovos de Páscoa, e para fazer tem que gostar mesmo, senão não vai pra frente”.
Kelly deu início à fabricação dos ovos há cerca de três semanas e conta com a ajuda de oito pessoas para produzir cerca de uma tonelada da iguaria. “Começamos uma semana antes do carnaval, já temos muitas encomendas e a venda também já tem um bom movimento”, explica.
Essa antiga tradição da fabricação caseira de ovos de Páscoa tem que superar um desafio: superar as vendas das grandes indústrias de chocolate. Para isso, Kelly conta que o segredo para manter a freguesia fiel é estar sempre diversificando. “Fazemos ovos de todas as formas, recheios, tamanhos, sabores, enfim, temos uma grande variedade para atender todos os gostos”, conta. “Também fazemos ovos personalizados e montamos cestas de acordo com o gosto dos clientes”, completa.
Mas para Kelly, o diferencial mesmo está no sabor dos ovos. “Esses produzidos fora das grandes indústrias têm um sabor diferente, não sei explicar, mas talvez por serem produzidos mais próximos da Páscoa, acabam tendo uma coisa a mais”.
Ao que parece boa parte dos consumidores dessa época concordam com Kelly, já que o “mercado paralelo” de ovos de páscoa resiste bravamente e parece não ter medo das grandes indústrias fabricantes do derivado do cacau. E se, sem sombra de dúvida, existe um mercado que não parece ser finito, é o mercado do chocolate.
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